domingo, 9 de dezembro de 2012

Se ainda ha tempo



Vou seguindo
Absorvendo minha vergonha 
Sou eu meu próprio inimigo
Instrumento de barganha


Não sou especie em extinção

Vamos sendo consumindos
Apenas sédulas...Moedas
Deixando a alma num cigarro ou outros vícios
sendo motivo de piada..vivendo em círculos 


É a própria contradição. 


Você não sente o que eu sinto
Nem sei se posso ser seu bem
Fingindo estar fora de perigo
Siba que algo pode te atingir também

Por que de erro em erro se constrói a evolução

Sera que ainda existe tempo?
quero mudar a minha historia
Me resgatar 
Não ser mais estrangeiro
da minha própria memoria.